À margem da Assembleia Geral da ONU, quinze países assinaram o Escudo das Américas sob liderança norte-americana, apresentando o acordo como resposta ao crime organizado. O governo Lula, porém, enxerga no documento não uma ferramenta de segurança, mas o esboço de uma nova doutrina Monroe — uma tentativa de reafirmar a hegemonia dos Estados Unidos sobre o hemisfério, desta vez com minerais críticos e infraestrutura digital como alvos silenciosos. O Brasil, detentor da segunda maior reserva de terras-raras do mundo, recusa qualquer tutela externa sobre suas fronteiras e seus recursos, enquanto o