No Brasil de 2026, onde o endividamento familiar se tornou uma das feridas mais silenciosas da vida econômica, o governo Lula examina uma proposta incomum: que o próprio Estado compre as dívidas antigas das famílias mais vulneráveis, usando recursos públicos para romper ciclos que o mercado não conseguiu desfazer. A ideia, ainda em avaliação técnica e orçamentária, carrega consigo perguntas antigas sobre o papel do Estado na proteção dos mais frágeis — e sobre os limites entre política social e cálculo eleitoral. O timing escolhido, deliberadamente pós-2026, revela que governar é também saber
Governo Lula avalia compra de dívidas antigas com recursos públicos
Famílias vulneráveis com dívidas antigas enfrentam pressão financeira e restrição de crédito.