Em um momento de equilíbrio delicado entre obrigações legais e limites fiscais, o governo federal brasileiro liberou R$ 5,7 bilhões em despesas orçamentárias após revisões para baixo nos gastos com Previdência e BPC — programas que sustentam milhões de cidadãos. O gesto revela menos uma folga e mais a precisão cirúrgica com que a equipe econômica navega o arcabouço fiscal, mantendo ainda R$ 17,9 bilhões congelados como margem de segurança. A meta de superávit de 0,25% do PIB permanece no horizonte, sustentada por uma arrecadação surpreendentemente robusta, mas também por incertezas que o preço