Em meio à maior reforma tributária das últimas décadas, o governo brasileiro propõe um imposto seletivo — o chamado 'imposto do pecado' — sobre álcool, cigarros, refrigerantes e apostas, com previsão de arrecadar R$ 41,9 bilhões em 2027. A medida nasce de um desequilíbrio antigo: o Estado gasta muito mais com as consequências do consumo desses produtos do que arrecada com sua comercialização. Entre a lógica fiscal e a resistência dos produtores, o destino da proposta ainda repousa nas mãos do Congresso Nacional.