A inteligência artificial deixa de ser um destino a visitar no navegador e passa a ser uma presença silenciosa no ambiente de trabalho: o Google Gemini chegou ao Windows como aplicação nativa, respondendo ao impulso humano de querer as ferramentas certas no momento certo, sem fricção. Com um simples atalho de teclado, a Google insere o seu assistente no ritmo quotidiano de milhões de utilizadores de PC, num movimento que aprofunda a competição pelo espaço mais íntimo da vida digital — o ecrã onde trabalhamos.