A Google apresentou esta semana a sua décima primeira geração de smartphones Pixel, sinalizando uma mudança de identidade que vai além da fotografia: a empresa posiciona-se agora como parceira de estúdio para criadores de conteúdo digital, integrando ferramentas de produção de vídeo e áudio diretamente no hardware. Com o processador Tensor G6 e o ecossistema expandido para relógios e etiquetas de localização, a Google aproxima-se deliberadamente do modelo fechado que tornou a Apple tão difícil de abandonar — reconhecendo que a fidelidade do utilizador se constrói não num único dispositivo, mas