No coração das instituições brasileiras, um relatório da Polícia Federal revelou uma teia de comunicações que entrelaça o procurador-geral da República, um banqueiro e um advogado — lançando sombras sobre a independência dos inquéritos mais sensíveis do país. O que começou como a exposição de mensagens entre um ministro do Supremo e um financista tornou-se um espelho que reflete a fragilidade das fronteiras entre o poder judicial, o poder investigativo e os interesses privados. Quando os guardiões da lei se tornam, eles próprios, objeto de investigação mútua, a república é convocada a pergunta