No cruzamento entre a promessa de liberdade financeira digital e a fragilidade dos sistemas que a sustentam, golpistas desviaram 240 milhões de dólares em bitcoin e os converteram, com velocidade desconcertante, em mansões, automóveis de luxo e festas. O caso não é apenas um crime de grande escala — é um diagnóstico: revela onde a transparência da blockchain encontra seus limites e onde a regulação ainda não aprendeu a acompanhar o ritmo do dinheiro invisível. Como tantos escândalos financeiros antes dele, este também deixa uma pergunta sem resposta fácil: quem guarda os guardiões do cofre dig