Em um consultório ginecológico numa tarde de quarta-feira, uma escritora que passou décadas estudando estereótipos de gênero se deparou com o próprio preconceito: havia evitado por anos consultar um ginecologista homem, até que a experiência com o Dr. Bruno Luis Gryner Franco a forçou a reconhecer que a competência profissional não pertence a nenhum gênero. O encontro se tornou um espelho — revelando que mesmo quem nomeia os preconceitos pode, silenciosamente, habitá-los.