A menos de três meses das eleições presidenciais de 2026, gestores responsáveis por cerca de R$ 180 bilhões em ativos desafiam o consenso do mercado ao argumentar que a vantagem de Lula nas pesquisas é ilusória — absorvida pela abstenção, pelos votos nulos e pelo comportamento histórico dos indecisos. Mais do que uma aposta eleitoral, o debate revela uma inquietação mais profunda: independentemente de quem vença, o Brasil carrega desafios estruturais que nenhum governante isolado será capaz de resolver.