Em cada geração, os símbolos de estabilidade se redefinem conforme as condições do mundo. Para a geração Z brasileira, a casa própria não desapareceu como sonho, mas recuou para o horizonte distante: metade desses jovens ainda deseja adquirir um imóvel, porém apenas 14% o enxergam como investimento — o menor índice entre todas as faixas etárias. Com juros elevados, preços imobiliários que cresceram décadas à frente da renda real e incertezas econômicas acumuladas desde a pandemia, essa geração aprendeu a construir segurança de dentro para fora, priorizando reservas e aposentadoria antes de pen