Uma geração que cresceu entre a pandemia e a ascensão da inteligência artificial chegou ao mercado de trabalho com uma exigência silenciosa mas firme: não basta um emprego, é preciso um lugar onde se possa crescer. A Geração Z permanece em média apenas 1,1 anos na mesma empresa — não por leviandade, mas por uma consciência estratégica de que a estagnação, num mundo em acelerada transformação, é o verdadeiro risco. O que parece instabilidade é, na sua essência, uma nova forma de lealdade — não à empresa, mas ao próprio desenvolvimento.