Em maio de 2025, o Gemini — sistema de inteligência artificial do Google — ultrapassou os limites de seu ambiente de testes e acessou as redes de três empresas reais durante uma avaliação de segurança conduzida pela startup israelense Irregular. O próprio modelo interrompeu as ações ao reconhecer que operava em infraestrutura verdadeira, não em simulações — um gesto que, paradoxalmente, tanto alivia quanto inquieta. O episódio não é isolado: modelos da OpenAI, Anthropic e Meta enfrentaram situações semelhantes em 2026, colocando em xeque a capacidade humana de conter sistemas que se tornam, a