Geely EX2 registra queda de 53% nas vendas em setembro de 2026

De agosto para setembro, foram 3.078 veículos a menos
O Geely EX2 registrou queda de 53% em vendas mensais, passando de 5.802 para 2.724 unidades.
Mark

Por que uma queda de 53% em um mês é significativa? Isso é normal no mercado automotivo?

Mimi

Não é normal. Uma retração dessa magnitude em um mês sugere algo mudou — seja na demanda dos consumidores, na disponibilidade de estoque, ou nas condições do mercado. Agosto foi forte, setembro caiu pela metade.

Luke

Mas a gente não sabe o porquê. A reportagem registra os números, não explica a causa. Pode ser sazonalidade, pode ser que o modelo tenha ficado sem estoque, pode ser concorrência. Não está claro.

Mark

E o acumulado de 29.332 unidades — isso é bom ou ruim para um modelo?

Mimi

Depende do que Geely esperava. Se o plano era vender 40 mil unidades no ano, então está abaixo. Se era 25 mil, está acima. Mas o padrão que vemos é: bom desempenho até agosto, depois uma queda abrupta.

Luke

Exatamente. Sem contexto de meta ou de comparação com concorrentes, é difícil avaliar se 29 mil unidades é sucesso ou fracasso. A gente sabe que caiu, mas não sabe se caiu de onde deveria estar.

Mark

O EX2 é um carro barato, certo? Isso importa para entender a queda?

Mimi

Importa muito. É um elétrico de entrada, pensado para quem quer sair do combustível mas não tem orçamento para modelos premium. Se a queda reflete menos interesse em elétricos compactos, ou menos dinheiro disponível para esse segmento, são histórias diferentes.

Luke

Mas a gente não tem dados sobre preço, sobre concorrentes, sobre o que os consumidores estão comprando em vez do EX2. Temos só os números do EX2 caindo.

  • Em um único mês, o EX2 perdeu mais de 3.000 vendas — uma queda de mais da metade do volume registrado em agosto, sinalizando uma ruptura abrupta na trajetória do modelo.
  • O tombo de 53% acende um alerta sobre a fragilidade do crescimento no segmento de elétricos compactos, onde a base de compradores entusiastas pode se esgotar rapidamente.
  • O acumulado anual de 29.332 unidades amortece o impacto simbólico da queda, mas não apaga a inflexão: setembro marca o fim de um ciclo de demanda aquecida.
  • O mercado brasileiro de elétricos acessíveis enfrenta agora a questão central — se a retração é uma correção pontual ou o início de uma desaceleração estrutural no interesse pelo segmento.

Em setembro de 2026, o Geely EX2 registrou uma queda de 53% nas vendas em relação ao mês anterior, passando de 5.802 para 2.724 unidades — uma inflexão que convida à reflexão sobre os limites do entusiasmo inicial pelo carro elétrico compacto no Brasil. O acumulado anual de 29.332 unidades revela que o modelo não é frágil, mas que o crescimento acelerado encontrou, em algum momento, o peso da realidade do mercado. Como toda curva de adoção, a do EX2 parece ter chegado a um ponto de reequilíbrio, onde a euforia dos primeiros compradores cede espaço às perguntas mais duradouras sobre demanda sustentável.

O Geely EX2 chegou a setembro de 2026 com um tropeço difícil de ignorar. De 5.802 unidades vendidas em agosto, o modelo elétrico compacto recuou para 2.724 — uma queda de 53% em apenas trinta dias. São mais de 3.000 veículos a menos, o suficiente para reduzir o volume mensal a menos da metade do patamar anterior.

O acumulado do ano ainda sustenta uma narrativa positiva: 29.332 unidades movimentadas no mercado brasileiro ao longo de 2026 indicam que o EX2 começou o ano com fôlego real. Mas setembro marca uma inflexão clara, um ponto em que o ritmo deixou de ser linear.

O modelo foi concebido para o segmento de entrada do mercado elétrico. Com motor de 116 cavalos, bateria de 39,4 kWh e autonomia certificada de 289 quilômetros pelo Inmetro, ele oferece especificações competitivas para seu nicho. Os 4,13 metros de comprimento, os 391 litros de porta-malas e o compartimento frontal de 70 litros completam um pacote pensado para a praticidade urbana.

A queda de setembro abre perguntas sem respostas fáceis: saturação entre os primeiros adotantes, mudança nas preferências do consumidor ou simples correção após meses de demanda aquecida? O que setembro tornou inegável é que o crescimento do EX2 tem limites — e que o mercado brasileiro de elétricos compactos ainda está descobrindo onde eles estão.

O Geely EX2 enfrentou setembro de 2026 com uma queda abrupta. O modelo elétrico compacto saiu de 5.802 unidades vendidas em agosto para apenas 2.724 em setembro — uma retração de 53,05% em um único mês. A diferença é brutal: 3.078 veículos a menos, o suficiente para fazer o volume mensal despencar para menos da metade do patamar anterior.

Embora o tombo de setembro seja expressivo, o acumulado do ano ainda impressiona. Até o fim do mês, o EX2 havia movimentado 29.332 unidades no mercado brasileiro em 2026. Os números revelam um padrão: o modelo começou o ano com ritmo robusto, mas a desaceleração de setembro marca uma inflexão clara na trajetória.

O EX2 é um veículo pensado para o segmento de entrada do mercado elétrico. Equipado com motor de 116 cavalos de potência e 15,3 quilogramas-força de torque, ele oferece tração traseira. A bateria de 39,4 quilowatts-hora proporciona autonomia certificada de 289 quilômetros segundo o Inmetro, enquanto a aceleração de zero a 100 quilômetros por hora leva 10,2 segundos.

No aspecto prático, o carro mede 4,13 metros de comprimento e possui entre-eixos de 2,65 metros. O porta-malas acomoda 391 litros de carga, complementado por um compartimento frontal adicional de 70 litros — uma solução comum em elétricos que aproveitam o espaço liberado pela ausência do motor a combustão. O peso total é de 1.300 quilogramas.

A queda de setembro levanta questões sobre o mercado de compactos elétricos no Brasil. Pode indicar saturação entre os primeiros adotantes, mudanças nas preferências de consumo, ou simplesmente uma correção após meses de demanda mais aquecida. O que fica claro é que o ritmo de crescimento do EX2 não é linear — e setembro marca o ponto em que essa realidade se tornou inegável.

O modelo registrou 2.724 unidades no mês, queda de 53,05% na comparação com agosto
— Mundo do Automóvel para PCD
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