Em tempos em que o valor de um produto premium se mede não apenas em especificações, mas em expectativas cumpridas, um jogador brasileiro sintetizou, com ironia, uma tensão universal do consumo tecnológico: pagar quase R$ 3 mil a mais por um console que, no jogo mais aguardado do ano, entrega a mesma taxa de quadros que o modelo mais acessível da concorrência. O caso do PS5 Pro e do GTA 6 rodando a 30 FPS não é apenas uma queixa individual — é um espelho da distância que frequentemente existe entre a promessa do hardware premium e a realidade do software que o habita.