Em um momento em que a tecnologia promete colapsar categorias inteiras — o telefone que é também tablet, o dispositivo que é também ferramenta de trabalho — o Galaxy Z Fold8 surge como a pergunta mais cara que Samsung faz ao consumidor: quanto vale a versatilidade? Após trinta dias de uso real, a resposta não é simples, e talvez seja justamente essa complexidade que define o lugar deste aparelho na história dos smartphones dobráveis. Não se trata de um produto perfeito, mas de um produto que chegou mais perto da promessa do que qualquer antecessor.