No teatro das disputas sul-americanas, o corpo de um atleta torna-se também campo de batalha: Gabriel Paulista, zagueiro do Corinthians, carregou no rosto a marca de uma cotovelada desferida por Carrillo em La Plata, durante as quartas de final da Libertadores. A falta foi assinalada, mas a punição não veio — e o defensor, com a testa inchada, escolheu permanecer. Há algo de antigo nessa cena: o homem que absorve o golpe e segue em pé, enquanto a decisão maior ainda está por vir.
Gabriel Paulista leva cotovelada e fica com galo em duelo da Libertadores
Gabriel Paulista sofreu lesão com inchaço na testa após cotovelada, mas conseguiu continuar jogando.