No cruzamento entre o direito, as finanças e a política, o Supremo Tribunal Federal abre um compasso de espera em torno do Banco de Brasília: o ministro Luiz Fux concedeu 45 dias úteis para que União, Banco Central e FGC se pronunciem sobre um empréstimo de R$ 6,6 bilhões que pode determinar o destino da instituição. O BRB, abalado por uma tentativa fracassada de absorver o Banco Master, aguarda uma garantia federal que a lei, por ora, proíbe — e que só o STF, em decisão que virá após as eleições de outubro, poderá eventualmente autorizar.