Em setembro de 2026, Washington e Pequim se aproximaram em torno de uma mesa que poucos anos antes parecia impossível de ser montada. Trump e Xi Jinping reuniram-se para negociar guerra comercial, Taiwan e inteligência artificial — três frentes que definem a rivalidade mais consequente do século. Os mercados, atentos à linguagem dos gestos diplomáticos, responderam com otimismo cauteloso, reconhecendo que mesmo o diálogo imperfeito vale mais do que o silêncio entre potências nucleares.