Na manhã de 12 de setembro, a Caixa Econômica Federal e seus funcionários chegaram a um impasse que vai além de números em uma planilha: trata-se de uma disputa sobre o valor do trabalho e os limites do que uma instituição pública deve oferecer a quem a sustenta por dentro. O banco apresentou o que chamou de proposta final para o acordo coletivo de trabalho; os empregados, pelo Sindicato dos Bancários, a recusaram — e a greve seguiu seu curso. O contraste com o Banco do Brasil, que encerrou sua paralisação após acordo aprovado, tornava o silêncio da Caixa ainda mais eloquente.
Funcionários da Caixa rejeitam proposta final e greve continua
Funcionários em greve sofrem redução de renda; clientes enfrentam limitações nos serviços bancários durante a paralisação.