Pela terceira vez, os funcionários da Caixa Econômica Federal recusaram uma proposta de acordo coletivo, escolhendo manter a greve como expressão de uma distância ainda não vencida entre o que pedem e o que lhes é oferecido. A paralisação, decidida em assembleias do Sindicato dos Bancários Empregados, ecoa uma tensão antiga entre capital e trabalho dentro de uma instituição que sustenta o acesso financeiro de milhões de brasileiros. O impasse revela que negociar não é apenas trocar números, mas reconhecer dignidades — e esse reconhecimento, por ora, ainda não chegou.
Funcionários da Caixa rejeitam 3ª proposta e mantêm greve
Clientes da Caixa enfrentam restrições no acesso a contas e benefícios durante a paralisação dos funcionários.