No cruzamento entre a guerra e o comércio, a Rússia estendeu o braço do Estado sobre os ativos de empresas europeias como a Auchan e a Nestlé, invocando a solidariedade militar dos seus países de origem com a Ucrânia. Putin assinou um decreto que entrega a gestão temporária dessas operações a uma empresa russa criada para o efeito, enquanto França e Suíça rejeitam a medida como desprovida de fundamento legal. É mais um capítulo na longa transformação da economia em campo de batalha.