Em Paris, investigações do Ministério Público revelaram um padrão inquietante: óculos inteligentes com câmeras embutidas tornaram-se instrumentos de assédio sexual e vigilância não consentida, expondo uma lacuna profunda entre o avanço tecnológico e a proteção legal das pessoas. A resposta francesa ecoou além de suas fronteiras — Austrália e Noruega também passaram a restringir o uso desses dispositivos, sinalizando que a humanidade começa a confrontar uma verdade incômoda: nem toda inovação é neutra, e a privacidade exige guardiões tanto legais quanto éticos.
França intensifica fiscalização em óculos inteligentes após denúncias de assédio
Vítimas de assédio sexual foram gravadas sem consentimento através de óculos inteligentes equipados com câmeras.
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