Há conflitos que não se declaram, mas que já sangram. A França e a União Europeia reconhecem publicamente que a Rússia conduz uma guerra silenciosa contra países europeus que apoiam a Ucrânia — por meio de sabotagens, drones e ciberataques que habitam a zona cinzenta entre a paz e o confronto aberto. Macron e von der Leyen propõem agora estruturas coletivas de defesa para que a Europa aprenda a responder ao que ainda não sabe nomear.