Em algum momento entre as urnas e o horizonte de 2032, a Petrobras se depara com uma questão que vai além da política: como sustentar sua produção quando os campos atuais começarem a declinar. A Foz do Amazonas — uma fronteira ainda não precificada pelo mercado — emerge como a resposta mais concreta, com analistas do Scotiabank estimando um valor presente líquido de US$ 15,9 bilhões apenas em sua porção noroeste. Como a Guiana transformou sua economia ao apostar na Margem Equatorial, o Brasil enfrenta agora uma escolha geracional sobre o que fazer com o que jaz sob suas águas.