Ford Super Mustang Mach-E domina Goodwood 2026 com vitória elétrica

Os elétricos não são apenas o futuro, são o presente que domina
A vitória do Ford Super Mustang Mach-E em Goodwood 2026 marca a consolidação dos veículos elétricos no topo da competição automóvel.

Na colina de Goodwood, onde décadas de motores a combustão moldaram o imaginário automóvel, os veículos elétricos voltaram a afirmar a sua supremacia em 2026. O Ford Super Mustang Mach-E percorreu os 1,86 quilómetros da rampa em Sussex em 41,98 segundos, garantindo à Ford a terceira vitória consecutiva num dos festivais mais tradicionais do calendário. É um sinal que transcende o desporto: a transição energética não aguarda convites — ela simplesmente chega, e vence.

  • O Ford Super Mustang Mach-E, pilotado por Romain Dumas, cruzou a linha com 41,98 segundos, deixando todos os rivais — elétricos e a combustão — claramente para trás.
  • Os motores de combustão, outrora senhores absolutos de Goodwood, ficaram a mais de quatro segundos do vencedor, com o melhor deles, um protótipo Can-Am de 1974, a completar a rampa em 46,31 segundos.
  • A dominância elétrica não é um acidente: Ford vence pelo terceiro ano consecutivo, depois de vitórias com a F-150 Lightning SuperTruck e a Transit SuperVan 4.2, confirmando uma estratégia deliberada e eficaz.
  • Apesar da vitória, o recorde absoluto da rampa — 39,08 segundos, assinado pelo McMurtry Spéirling elétrico em 2022 — permanece intocável, lembrando que o teto tecnológico ainda não foi alcançado.

A rampa de Goodwood voltou a contar uma história que já ninguém consegue ignorar. No Festival de Velocidade de 2026, disputado na emblemática subida de 1,86 quilómetros em Sussex, a vitória foi para o Ford Super Mustang Mach-E, que completou a prova em 41,98 segundos. É a terceira vitória consecutiva da Ford no evento, depois de Romain Dumas ter vencido em 2025 com a F-150 Lightning SuperTruck e no ano anterior com a Transit SuperVan 4.2. O Super Mustang Mach-E chegava a Goodwood com credenciais sólidas, tendo conquistado Pikes Peak pouco antes.

A margem de vitória foi confortável: o segundo classificado, o Formula E Gen4, também elétrico, ficou a mais de meio segundo, com 42,46 segundos. Os veículos a combustão, que dominaram Goodwood durante décadas, ficaram muito mais atrás. O mais rápido entre eles foi o Shadow-Chevrolet DN4, um protótipo Can-Am de 1974, com 46,31 segundos — mais de quatro segundos de desvantagem. O Volkswagen Polo WRX e o BMW M3 Touring 24H completaram o pódio dos combustíveis tradicionais, mas já bem longe do topo.

Há, porém, um detalhe que coloca tudo em perspetiva: o recorde absoluto da rampa pertence ao McMurtry Spéirling elétrico, que em 2022 assinou 39,08 segundos. O Mustang vencedor ainda está a quase três segundos desse marco. Goodwood continua a ser um laboratório vivo onde a tecnologia se testa contra a história — e por enquanto, os elétricos estão a escrever o futuro mais depressa do que qualquer um esperava.

A rampa de Goodwood voltou a contar uma história que já ninguém consegue ignorar: os carros elétricos não são apenas o futuro, são o presente que domina até nos eventos mais tradicionais do calendário automóvel. No Festival de Velocidade de 2026, disputado na emblemática subida de 1,86 quilómetros em Sussex, a vitória foi para o Ford Super Mustang Mach-E, um protótipo construído especificamente para este tipo de competição, que completou a rampa em 41,98 segundos.

O resultado marca a terceira vitória consecutiva da Ford nesta prova. Romain Dumas, piloto da marca, tinha já vencido em 2025 com a F-150 Lightning SuperTruck e no ano anterior com a Transit SuperVan 4.2. Desta vez, o Super Mustang Mach-E chegava a Goodwood com credenciais impressionantes: tinha conquistado Pikes Peak pouco tempo antes, uma das provas de subida mais exigentes do mundo. A margem de vitória foi confortável. O segundo classificado, o Formula E Gen4, também elétrico, ficou a mais de meio segundo, com um tempo de 42,46 segundos.

Os veículos com motor de combustão interna, que dominaram Goodwood durante décadas, tiveram um desempenho muito mais modesto. O mais rápido entre eles foi o Shadow-Chevrolet DN4, um protótipo Can-Am de 1974, que perdeu mais de quatro segundos para o Mustang, completando a rampa em 46,31 segundos. Atrás dele, o Volkswagen Polo WRX (46,32s) e o BMW M3 Touring 24H (46,34s) completaram o pódio dos combustíveis tradicionais, mas já bem longe do topo da classificação geral.

A lista dos dez mais rápidos de Goodwood 2026 revela a profundidade da transformação. Depois do Mustang e do Formula E Gen4, surgem máquinas clássicas e modificadas: o Subaru "Brataroo" 9500 Turbo em sexto lugar (46,77s), o Porsche 911 Cup Type 992.2 em sétimo (47,25s), o Nissan 300ZX Turbo em oitavo (48,48s), o Dodge Viper GTS-R em nono (48,69s) e o Toyota-Judd Formula Supra em décimo (49,02s). Nenhum destes conseguiu aproximar-se do ritmo dos elétricos.

Mas há um detalhe que coloca tudo isto em perspetiva: o recorde absoluto da rampa permanece intocável. Pertence ao McMurtry Spéirling, também ele um carro elétrico, que em 2022 assinou um tempo de 39,08 segundos. Significa que o Ford Super Mustang Mach-E, apesar da vitória clara, ainda está a quase três segundos de distância do melhor tempo de sempre. A rampa de Goodwood continua a ser um laboratório vivo onde a tecnologia automóvel se testa contra a história, e por enquanto, os elétricos estão a escrever o futuro mais depressa do que qualquer um esperava.

O Festival de Velocidade de Goodwood voltou a provar porque continua a ser um dos eventos mais especiais do calendário automóvel
— Razão Automóvel
The Hearth Conversation Another angle on the story
Inventor

Porque é que um protótipo elétrico consegue vencer tão claramente em Goodwood, quando há apenas alguns anos os carros de combustão dominavam completamente?

Model

Porque a aceleração elétrica é brutal. Não há mudanças de velocidade, não há perda de potência. O motor elétrico entrega toda a força desde o primeiro instante, e numa rampa de 1,86 quilómetros onde o que importa é sair rápido e manter a velocidade, isso é uma vantagem quase impossível de contrariar.

Inventor

Mas o recorde ainda pertence a um elétrico de 2022. Significa que o Mustang não foi tão rápido quanto poderia ter sido?

Model

Exatamente. O McMurtry Spéirling continua a ser a referência, e está quase três segundos à frente. Há sempre espaço para melhorias — aerodinâmica melhor, distribuição de peso, até mesmo o traçado da rampa. O Mustang venceu porque foi o mais rápido neste dia, mas a tecnologia ainda tem margem.

Inventor

A Ford ganhou três anos seguidos. É coincidência ou têm uma estratégia específica para Goodwood?

Model

Não é coincidência. A Ford está claramente a investir em protótipos desenhados para este tipo de provas. A Transit SuperVan, a F-150 Lightning, agora o Mustang — cada um é uma máquina otimizada para a rampa. É publicidade de engenharia, é mostrar que conseguem vencer onde importa.

Inventor

Os carros de combustão ainda têm alguma relevância em Goodwood?

Model

Têm, mas como história. O Shadow-Chevrolet de 1974 é uma máquina lendária, mas perdeu quatro segundos para o Mustang. Goodwood é um festival que celebra toda a história do automóvel, mas em 2026 a história está a ser reescrita em tempo real.

Inventor

O que é que isto diz sobre o futuro do automóvel desportivo?

Model

Que o futuro já chegou, e é elétrico. Não é uma previsão — é um facto que se vê na rampa. Os números não mentem.

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