Na madrugada de 5 de setembro de 2026, o Foo Fighters encerrou a primeira noite do Rock in Rio carregando consigo décadas de história do rock — da bateria do Nirvana ao palco próprio que Dave Grohl construiu com as próprias mãos. Fechar uma jornada inaugural de um festival dessa envergadura não é apenas uma escolha de programação; é um reconhecimento de que certas bandas ainda funcionam como âncoras culturais, capazes de reunir gerações em torno de um repertório que o tempo já consagrou. O show cumpriu o que prometia, e nesse cumprimento há uma dignidade própria.