No Rio de Janeiro, João Fonseca entra em quadra carregando o peso de um mês sem competir e de uma lesão abdominal ainda não totalmente resolvida — um lembrete de que o corpo humano raramente obedece ao calendário do esporte. Diante de um adversário modesto no papel, mas em um torneio que transcende rankings e estatísticas, o Brasil busca não apenas uma vitória, mas a continuidade de sua presença na elite do tênis mundial. A Copa Davis, o mais antigo e simbólico torneio por equipes do esporte, convoca nações inteiras a depositarem suas esperanças em poucos homens e poucas horas.