Folha oferece cobertura completa do 1º turno com transmissão ao vivo e apuração em tempo real

Os dados alimentam automaticamente as ferramentas, a homepage e as páginas especiais
A Folha recebe dados em tempo real do Tribunal Superior Eleitoral para atualizar seus mapas e infográficos interativos durante toda a apuração.
Mark

Por que a Folha investe tanto em ferramentas e mapas interativos? Não é suficiente apenas reportar quem ganhou?

Mimi

As eleições não são só um resultado final. São um processo que acontece em tempo real, em milhares de lugares diferentes. Um leitor em Manaus quer saber como votou sua cidade. Outro em São Paulo quer comparar o desempenho de candidatos em bairros diferentes. Os mapas e ferramentas deixam o leitor explorar os dados, não apenas receber uma conclusão.

Luke

Mas quem tem acesso a essas ferramentas? Elas estão no site e no aplicativo, certo? Quantas pessoas realmente usam o Match Eleitoral ou a Cola Eleitoral? Não temos números sobre isso.

Mimi

É verdade que não sabemos o alcance exato. Mas a intenção é clara: oferecer ao leitor que tem tempo e interesse a possibilidade de se aprofundar. Nem todo mundo quer isso, e tudo bem.

Mark

E as projeções do Datafolha? Como funcionam exatamente?

Mimi

Elas usam modelos matemáticos baseados em urnas já apuradas e amostras estatísticas. Não é adivinhação. É uma estimativa informada que chega aos leitores antes da contagem completa.

Luke

Mas modelos matemáticos podem errar. Especialmente em eleições polarizadas ou com surpresas. A Folha deixa claro para o leitor que são projeções, não certezas?

Mimi

Sim, eles são apresentados como projeções. O leitor sabe que é uma antecipação, não um resultado final.

Mark

E a inteligência artificial que a Folha menciona? O que ela faz exatamente?

Mimi

Ela ajuda a publicar textos sobre os eleitos aos cargos legislativos em cada estado. Basicamente, automatiza a redação de resultados para deputados federais e estaduais, que são muitos.

Luke

Textos gerados por IA. Isso é importante deixar claro para o leitor? Ou eles não sabem que estão lendo algo escrito por máquina?

Mimi

Essa é uma pergunta válida. A Folha não especifica se há uma marca ou aviso sobre isso no texto publicado.

  • A apuração em tempo real para presidente, governadores, senadores e deputados começa assim que as urnas fecham, alimentada diretamente pelos dados do TSE.
  • Correspondentes posicionados nos Estados Unidos, Argentina, Alemanha e Pequim ampliam a cobertura para além das fronteiras, mostrando como o mundo observa o processo eleitoral brasileiro.
  • Ferramentas como o Match Eleitoral e a Cola Eleitoral tentam reduzir a desorientação do eleitor indeciso, traduzindo a complexidade da disputa em escolhas mais conscientes.
  • A TV Folha entra ao vivo às 17h com mesas temáticas, convidados especiais e análises que acompanham a contagem dos votos até os resultados finais da noite.
  • A inteligência artificial apoia a redação na publicação automática de textos sobre eleitos, acelerando o fluxo de informação sem substituir o julgamento editorial.

A cada ciclo eleitoral, uma nação se debruça sobre si mesma em busca de respostas que vão além dos números. No domingo, 4 de outubro de 2026, a Folha de S.Paulo organiza sua vasta operação de cobertura do primeiro turno, oferecendo ao cidadão brasileiro ferramentas, análises e transmissões ao vivo para que cada voto possa ser compreendido não apenas como dado, mas como gesto coletivo. É a imprensa cumprindo seu papel mais antigo: testemunhar o momento em que um povo decide seu próprio rumo.

No domingo, 4 de outubro, a Folha de S.Paulo mobiliza sua estrutura tradicional de cobertura eleitoral para o primeiro turno de 2026. No aplicativo e no site, leitores acompanham em tempo real a apuração para todos os cargos em disputa — presidente, governadores, senadores e deputados federais e estaduais —, com reportagens exclusivas e análises que contextualizam o que acontece nas ruas e nas seções eleitorais.

A cobertura começa ainda no sábado, 3 de outubro, com um liveblog atualizado por jornalistas em São Paulo, nas principais capitais do país e por correspondentes no exterior — Estados Unidos, Argentina, Alemanha e Pequim. Essa rede oferece tanto o olhar interno quanto a perspectiva de como o mundo acompanha o processo brasileiro.

Para o eleitor, a Folha disponibiliza ferramentas práticas: o Match Eleitoral ajuda quem está indeciso a identificar candidatos com afinidade em temas econômicos, políticos e de comportamento; a Cola Eleitoral funciona como bloco de notas para registrar números antes de ir às urnas. Um comparador de políticos e um monitor de emendas completam o arsenal de consulta. As projeções do Datafolha chegam em primeira mão aos leitores, antecipando resultados com base em modelos matemáticos e amostras estatísticas.

Às 17h do domingo, a TV Folha entra ao vivo com entrevistas, análises e mesas temáticas sobre negócios, economia e religião. Entre os convidados estão Mônica Bergamo, Vinicius Torres Freire, Juliano Spyer, Rodrigo Toniol, Sergio Vale e Priscila Bacalhau.

Mapas interativos e infográficos exibem a evolução dos votos minuto a minuto, por estado, município e zona eleitoral. Ao final, é possível visualizar como ficará a composição do Congresso Nacional e das Assembleias Legislativas. Todos os dados são alimentados automaticamente pelo TSE, e a inteligência artificial apoia a redação na publicação ágil de textos sobre os eleitos em cada estado.

No domingo, 4 de outubro, a Folha de S.Paulo monta sua operação tradicional de cobertura eleitoral para o primeiro turno de 2026, acompanhando a votação desde a abertura das seções até o fechamento das urnas e a contagem dos votos durante a noite. A estrutura é vasta: no aplicativo e no site, leitores acompanham em tempo real a apuração para presidente, governadores, senadores e deputados federais e estaduais, enquanto têm acesso a reportagens exclusivas, análises e colunas que contextualizam o que está acontecendo nas ruas e nas seções eleitorais.

A cobertura começa antes do dia da votação. No sábado, 3 de outubro, um liveblog começa a ser atualizado com informações, fotos e vídeos colhidos por jornalistas em São Paulo e em diversas capitais do país, além de correspondentes posicionados nos Estados Unidos, Argentina, Alemanha e Pequim. Essa rede de repórteres oferece perspectivas tanto do que ocorre dentro do Brasil quanto de como o mundo acompanha o processo eleitoral brasileiro.

Na página principal do site, o leitor encontra a apuração em tempo real para todos os cargos em disputa, acompanhada de curadoria das principais notícias do dia. A Folha oferece também ferramentas específicas para o eleitor: o Match Eleitoral permite que quem está indeciso identifique candidatos com quem tem afinidade em temas econômicos, políticos e de comportamento; a Cola Eleitoral funciona como um bloco de notas para registrar os números dos candidatos antes de ir às urnas. Um comparador de políticos permite consultar o desempenho dos atuais deputados federais e senadores, enquanto um monitor de emendas mostra para onde cada um deles direcionou recursos na legislatura atual.

As projeções do Datafolha chegam em primeira mão aos leitores da Folha. Usando modelos matemáticos baseados em urnas já apuradas e amostras estatísticas, o instituto antecipa quem pode ser eleito presidente e governador em algumas capitais, oferecendo uma leitura antecipada dos resultados antes da contagem completa.

A TV Folha entra ao vivo às 17h do domingo e permanece transmitindo até a divulgação dos resultados finais. A programação inclui entrevistas, análises e comentários de repórteres, correspondentes, colunistas e convidados especiais. Mesas temáticas abordam negócios, economia e religião. Entre os convidados estão Mônica Bergamo, Vinicius Torres Freire, Juliano Spyer, Rodrigo Toniol, Sergio Vale e Priscila Bacalhau.

Os infográficos e mapas interativos ganham destaque nesta eleição. Um painel do Brasil exibe em gráficos cada movimento da disputa presidencial, mostrando percentual e evolução dos votos minuto a minuto, além de mapas que revelam como foi a votação em cada estado e em todos os municípios do país. Ao final da página, é possível visualizar como ficará a bancada de senadores e deputados federais no Congresso Nacional. Cada estado tem uma página dedicada onde o leitor pode visualizar a apuração para governador, senador e deputados em um único local. Navegando pelo mapa, é possível saber como votou seu município para governo e verificar a diferença de votos entre candidatos. Os infográficos mostram também como ficam as divisões partidárias no Congresso e nas Assembleias Legislativas. Para as capitais, há ainda a possibilidade de verificar como foi a votação em cada zona eleitoral e comparar bairros e regiões.

Os dados que alimentam automaticamente todas essas ferramentas, a homepage e as páginas especiais vêm diretamente do Tribunal Superior Eleitoral. As plataformas digitais ganham uma identidade visual fundamentada na metodologia do GPS partidário, uma análise de dados que usa cores para mostrar a posição política de cada partido no espectro político. A inteligência artificial apoia a equipe editorial, trazendo agilidade ao trabalho e possibilitando a publicação automática de textos sobre os eleitos aos cargos legislativos em cada estado brasileiro.

As plataformas digitais ganham identidade visual fundamentada na metodologia do GPS partidário, uma análise de dados que permite mostrar, por meio de cores, a posição política dos partidos
— Folha de S.Paulo
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