Na madrugada de 22 de julho, um foguete chinês ergueu-se do oceano carregando nove satélites, completando sua terceira missão consecutiva sem falhas. O Gravity-1, da empresa Orienspace, não é apenas um feito de engenharia — é um sinal de que a China está testando múltiplos caminhos para o espaço ao mesmo tempo, enquanto o restante do mundo ainda debate qual rota seguir. Em um setor onde o fracasso é comum, a consistência silenciosa pode ser a forma mais eloquente de liderança.