Numa noite de outubro em que o Fluminense já carregava o peso de uma eliminação na Libertadores, a equipe tropeçou em casa diante da Chapecoense, lanterna do Brasileirão, e viu seus erros ganharem voz nas avaliações do ge. Como tantas vezes no futebol, a derrota não nasceu de um único lance, mas de um acúmulo de pequenas hesitações que se revelam quando o time já não tem margem para errar. Entre as notas baixas, Ganso e Serna pagam o preço de atuações apagadas, num retrato de um elenco que procura reencontrar sua identidade.
Fluminense perde para a Chapecoense por 2 a 1 e Ganso e Serna são os piores em campo
Perdeu chance incrível na reta final, cabeceando sozinho para fora
Por que essa derrota pesa tanto, se é só um jogo de Brasileirão?
Veio logo depois da eliminação na Libertadores e foi contra a Chapecoense, que é a lanterna. O ge chamou a atuação de previsível.
Ganso e Serna levaram 3,5. Por quê?
Ganso falhou na marcação do segundo gol e não criou nada. Serna perdeu um cabeceio sozinho no fim, quando podia empatar.
Convém lembrar que as notas são a avaliação do ge, não um dado objetivo. O público também votou, mas os números que aparecem são os mesmos das notas do veículo.
E o Wesley Natã?
Foi titular pela primeira vez, no lugar de Canobbio. Fez um cruzamento num 1 contra 1, mas perdeu a bola que originou o primeiro gol.
Ainda assim levou 5,0, acima de vários titulares. A avaliação dele é mista.
Houve algo de positivo?
Lucho Acosta e Riquelme Felipe, com 6,0, e o gol de Guga, que nasceu de cruzamento de Arana e escora de Hulk.
O texto não diz nada sobre a classificação ou o que a derrota muda no campeonato. Isso fica fora do que a reportagem sustenta.
O Pulso
- Eliminado da Libertadores, o Fluminense chega ao jogo com a moral abalada e perde por 2 a 1 para o lanterna do Brasileirão.
- Falhas defensivas em sequência, como a bola perdida de Wesley Natã e a marcação atrasada de Igor Rabello, abrem caminho para os gols da Chapecoense.
- Marcão testa Wesley Natã como titular e mantém a base, buscando respostas em meio à crise de resultados.
- Ganso e Serna recebem as piores notas, 3,5, enquanto Lucho Acosta e Riquelme Felipe se destacam com 6,0 em um time que ainda não encontrou seu ritmo ofensivo.
Numa noite de outubro em que o Fluminense já carregava o peso de uma eliminação na Libertadores, a equipe tropeçou em casa diante da Chapecoense, lanterna do Brasileirão, e viu seus erros ganharem voz nas avaliações do ge. Como tantas vezes no futebol, a derrota não nasceu de um único lance, mas de um acúmulo de pequenas hesitações que se revelam quando o time já não tem margem para errar. Entre as notas baixas, Ganso e Serna pagam o preço de atuações apagadas, num retrato de um elenco que procura reencontrar sua identidade.
O Fluminense perdeu por 2 a 1 para a Chapecoense, lanterna do Campeonato Brasileiro, num jogo disputado logo depois da eliminação na Libertadores. O ge avaliou os jogadores um a um, e a conta foi dura: Ganso, Serna e o técnico Marcão receberam 3,5.
O primeiro gol dos visitantes nasceu de uma bola perdida por Wesley Natã, que Igor Rabello não conseguiu acompanhar a tempo. No segundo, faltou compensação na marcação, e Ganso voltou a ficar abaixo do esperado, sem criatividade para chegar ao gol adversário. Do outro lado, o gol tricolor saiu de uma jogada coletiva entre Arana, Hulk e Guga, e Arana foi quem mais buscou ligar o time ao ataque.
Lucho Acosta e Riquelme Felipe foram os melhores, com 6,0, e Lucho chegou a acertar uma bola na trave... ou melhor, no ângulo, só não marcou porque Anderson defendeu. Serna perdeu uma chance clara na reta final, e Wesley Natã, em sua primeira titularidade, mostrou talento mas ainda precisa de maturidade tática.
Para o ge, era um jogo para testar o jovem, mas a atuação do time foi previsível diante de um adversário na lanterna, e o Fluminense segue buscando o próprio caminho.
O Fluminense perdeu por 2 a 1 para a Chapecoense, lanterna do Campeonato Brasileiro, em jogo disputado depois da eliminação do time na Libertadores. O ge avaliou os jogadores um a um, e as notas mais baixas, 3,5, ficaram com Ganso e Serna. O técnico Marcão também recebeu 3,5.
O primeiro gol da Chapecoense, marcado por Bolasie, nasceu de uma bola perdida por Wesley Natã. Igor Rabello escorregou e chegou atrasado na marcação do atacante. O ge também aponta que Fábio poderia ter saído do gol para tentar a defesa. Fábio levou 5,5: fez boas intervenções, mas não repetiu suas melhores atuações. Rabello recebeu 4,0, nota dada também a Ignácio, que mostrou insegurança no início e foi envolvido, como quase todo o setor defensivo.
No segundo gol, o ge viu falha de marcação de Ganso. Nonato errou no cerco à jogada, mas, segundo a avaliação, precisou compensar o companheiro. Ganso teve 3,5 por mais um jogo abaixo, sem criatividade para aproximar o time do gol. O texto diz que a produção dele tem caído a cada partida. Nonato ficou com 5,5, por ter sido combativo, pegado bolas no meio e distribuído o jogo, na mesma função de Martinelli, mesmo com o time desconectado no ataque.
O gol do Fluminense saiu de um lance que reuniu três jogadores. Arana cruzou, Hulk escorou a bola e Guga dominou no alto e chutou na sequência. Guga levou 5,5, também por ter cortado uma boa chance da Chapecoense na reta final. Arana, mesmo vulnerável na defesa, foi quem mais tentou ligar o time ao ataque, finalizando e cruzando, e recebeu 4,0. Hulk teve 6,0, mas ficou apagado e bem marcado pela defesa catarinense.
As melhores notas do time foram 6,0, para Lucho Acosta e Riquelme Felipe. Lucho quase fez dois golaços: primeiro recebeu belo passe de Riquelme, driblou os marcadores e chutou por cima; depois bateu forte da intermediária, no ângulo, e Anderson defendeu. Riquelme entrou bem, foi à linha de fundo cruzar e finalizou para fora.
Serna, que atuou pelo lado esquerdo do ataque, pouco fez e perdeu uma chance incrível na reta final: cabeceou sozinho para fora. Coube a Arana ser mais efetivo ofensivamente. Rodrigo Castillo e Hércules receberam 4,0. Castillo entrou para finalizar e disputar com os zagueiros, mas recebeu poucas bolas. Hércules correu bastante, sem lance de destaque, e foi substituído. Renê e Cano entraram no fim e não receberam nota.
Wesley Natã jogou entre os titulares pela primeira vez, no lado direito do ataque, no lugar de Canobbio, e levou 5,0. Teve um 1 contra 1 que terminou em cruzamento, mas, para o ge, ainda carece de maturidade para jogos mais táticos defensivamente. Marcão manteve a base e fez só essa mudança por opção. O ge considera que era bom jogo para testar o jovem, embora a atuação não tenha animado como as últimas, e que o desempenho do time foi previsível diante do lanterna.
Citações Notáveis
A atuação do time foi previsível diante do lanterna do Brasileirão.— ge, avaliação da partida