No limiar do mata-mata continental, o Fluminense carrega ao mesmo tempo a esperança de uma campanha histórica e o peso de uma ausência no ataque que obriga o técnico Marcão a reinventar seu plano. Nas quartas de final da Copa Libertadores contra o Platense, o clube carioca encontra não apenas um adversário argentino, mas também o espelho de suas próprias limitações e possibilidades. A presença de Thiago Silva como auxiliar técnico acrescenta uma camada simbólica ao momento: um ídolo que transita entre o que foi e o que ainda pode vir a ser.