Em um país onde a desconfiança nas instituições públicas é parte da paisagem política, Flávio Bolsonaro apresenta a inteligência artificial como novo guardião do erário — uma promessa que traduz, em linguagem tecnológica, o desejo antigo de um Estado mais transparente e menos desperdiçador. O senador, candidato à presidência pelo PL, propõe que sistemas automatizados monitorem cada transação pública em até um ano de governo, do galão de água ao grande contrato. A proposta ancora-se em três pilares — combate à corrupção, governança digital e transparência radical — mas permanece, por ora, no pl