Em meio à crise que corrói o Supremo Tribunal Federal, agravada pelo escândalo do Banco Master e pelo afastamento liminar do diretor da Polícia Federal, Flávio Bolsonaro escolheu transformar a fragilidade institucional em combustível eleitoral. O senador, que aspira à Presidência, atacou Lula associando-o ao ministro Alexandre de Moraes, ignorando que ele próprio tem contas a prestar sobre seus vínculos com o fraudador Daniel Vorcaro. Há momentos em que a história exige estadistas; Flávio ofereceu apenas um oportunista.