Em meio à corrida presidencial brasileira, Flávio Bolsonaro enfrentou perguntas sobre três sombras que acompanham sua candidatura: o financiamento milionário de um filme sobre seu pai, o gesto polêmico do irmão diante das tarifas americanas e sua própria relação com a legitimidade das urnas. A entrevista revela um candidato que busca separar o privado do público, o erro alheio da cumplicidade própria, e o ceticismo passado de uma promessa futura — exercício delicado que toda candidatura em disputa precisa, em algum momento, realizar.