Em tempos em que a tecnologia redefine fronteiras políticas e sociais, o senador Flávio Bolsonaro transformou o hábito pessoal do presidente Lula de não usar celular em metáfora de um governo que, segundo ele, governa de costas para o presente. A transmissão ao vivo no YouTube serviu de palco para o pré-candidato apresentar sua candidatura como resposta digital a uma administração que ele chama de analógica, enquanto promessas de inclusão tecnológica para milhões de mulheres tentam dar substância ao argumento. No fundo, o episódio revela como gestos cotidianos — o aparelho que se carrega ou se