No ciclo eterno em que o poder desgasta quem o exerce, uma pesquisa Quaest revelou, em setembro de 2026, que Flávio Bolsonaro ultrapassou Lula pela primeira vez em simulação de segundo turno — 42% a 40%. O movimento não é apenas estatístico: reflete o deslocamento silencioso de eleitores insatisfeitos com o terceiro mandato petista em direção ao campo bolsonarista. Como tantas vezes na história, não é a força do adversário que derruba um governante, mas o momento em que ele sai de moda diante do próprio povo.