Flávio Augusto traz coluna sobre negócios ao C-Level da Folha

Compartilhar conhecimento é abrir caminhos para gerar renda
Flávio Augusto explica sua motivação ao assumir coluna mensal sobre negócios na Folha.
Mark

Por que um empresário dessa escala decide assinar uma coluna regular em um veículo de imprensa agora?

Mimi

Flávio sempre viu a educação como ferramenta de transformação social. A coluna é uma extensão natural disso — é um espaço para compartilhar o que aprendeu em décadas de negócios com um público mais amplo.

Luke

Mas vale notar que ele já tem 16 milhões de seguidores nas redes sociais e uma plataforma própria chamada Geração de Valor. Então não é exatamente falta de canal. A Folha oferece algo diferente — credibilidade editorial e alcance em outro público.

Mark

Ele disse que a Mentoring League Society é seu último empreendimento. Isso é crível?

Mimi

Ele tem 54 anos, já fez muito dinheiro — vendeu a Wise Up por 850 milhões, recomprou por 400, negociou o Orlando City por 400 milhões de dólares. Financeiramente, não precisa mais. A transição para projetos sociais faz sentido nessa fase da vida.

Luke

Verdade, mas "último empreendimento" é uma frase que empresários usam frequentemente. O que ele realmente disse é que quer dedicar-se 100% a projetos sociais depois disso. Não sabemos ainda o que isso significa na prática ou se vai se manter.

Mark

A Mentoring League Society parece uma ideia simples — juntar empresários para trocar experiências. Por que isso não existia antes?

Mimi

Existem networking clubs, mas poucos focados especificamente em educação empresarial contínua e liderança. Flávio identificou um gap: médicos querem falar com médicos sobre gestão, advogados com advogados sobre captação de clientes. É segmentado e propositivo.

Luke

É uma observação válida, mas a fonte não oferece números sobre a Mentoring League — quantos membros tem, quanto custa, qual é o modelo de receita. Sabemos que existe, mas não sabemos se está funcionando ou qual é sua escala.

Mark

Ele é chamado de "palestrante mais caro do país" cobrando um milhão por evento. Como isso se relaciona com a mensagem de educação para mobilidade social?

Mimi

Não é contraditório. Ele cobra caro de grandes corporações e eventos premium, mas investe em plataformas abertas, livros com milhões de cópias e agora uma coluna em jornal de grande circulação. É uma estratégia de múltiplos canais.

Luke

Justo, mas a fonte não detalha quanto ele investe em iniciativas gratuitas ou de baixo custo versus quanto ganha com palestras premium. É uma questão legítima que fica em aberto.

  • Com 16,2 milhões de seguidores e cachê de um milhão de reais por palestra, Flávio Augusto chega ao C-Level como uma das vozes empresariais mais pesadas do país.
  • A coluna surge num momento de transição declarada: o empresário afirma que a Mentoring League Society, lançada em 2024, será seu último empreendimento antes de se dedicar integralmente a causas sociais.
  • Sua trajetória de comprar a Wise Up por 850 milhões, recomprá-la por 400 milhões e vender o Orlando City por 400 milhões de dólares revela um olhar de mercado que poucos conseguem sustentar por décadas.
  • A Mentoring League Society nasce de uma lacuna identificada por ele: empresários de diferentes setores carecem de espaços para trocar experiências entre pares com desafios semelhantes.
  • Ao abraçar a coluna, Augusto reafirma sua tese central — educação como motor de mobilidade social — e sinaliza que sua influência migra do empreendimento para o legado.

Aos 54 anos, Flávio Augusto da Silva — fundador da Wise Up e um dos empresários mais influentes do Brasil — passa a assinar uma coluna mensal no C-Level, a nova plataforma de negócios da Folha de S.Paulo. O gesto não é apenas editorial: representa um momento de passagem para alguém que construiu impérios, os vendeu e os recomprou, e que agora anuncia que seu próximo destino é o serviço social. Em sua trajetória, a educação sempre foi menos um produto e mais uma convicção — e é essa convicção que ele leva à nova tribuna.

Flávio Augusto da Silva, fundador da Wise Up e um dos empresários mais reconhecidos do Brasil, passou a assinar uma coluna mensal no C-Level, nova plataforma de negócios e finanças da Folha de S.Paulo. Os primeiros textos foram ao ar em 2 de outubro, com versão impressa no dia seguinte. Aos 54 anos, ele chega à nova tribuna carregando décadas de movimentos estratégicos que definiram sua reputação no mercado.

À frente da Wiser Educação — holding que reúne Wise Up, Conquer Business School, Vende-C e Medcof —, Augusto também é autor de quatro livros com 18 milhões de exemplares vendidos e criador da plataforma Geração de Valor. No mercado de palestras, é apontado como o mais caro do país, com cachê de cerca de um milhão de reais por evento.

Sua trajetória inclui movimentos que ilustram leitura de mercado apurada: vendeu a Wise Up em 2013 por aproximadamente 850 milhões de reais, recomprou a rede dois anos depois por cerca de 400 milhões, e adquiriu o Orlando City por 100 milhões de dólares, negociando a franquia em 2021 por 400 milhões de dólares.

Em 2024, lançou a Mentoring League Society, uma rede de educação empresarial voltada para networking e desenvolvimento de lideranças. A iniciativa parte de uma observação simples: médicos, advogados e empresários de diferentes setores raramente encontram espaços para trocar experiências com pares que enfrentam desafios semelhantes.

Ao justificar sua participação no C-Level, Augusto foi direto sobre sua motivação: acredita na educação como motor de mobilidade social e vê a coluna como extensão desse propósito. Mas fez também uma declaração de ruptura — afirmou que a Mentoring League Society será seu último empreendimento, e que depois disso pretende dedicar-se integralmente a projetos sociais. A coluna marca, assim, não apenas uma nova plataforma para suas ideias, mas um ponto de virada em sua trajetória.

Flávio Augusto da Silva, aos 54 anos, acaba de assumir uma coluna mensal no C-Level, a nova plataforma de negócios e finanças da Folha de S.Paulo. Os primeiros textos começaram a circular na sexta-feira, 2 de outubro, no site, e no sábado seguinte na edição impressa. O fundador da rede Wise Up, que construiu um império educacional ao longo de décadas, traz consigo uma trajetória marcada por compras, vendas e reinvenções estratégicas.

O empresário comanda a Wiser Educação, holding que reúne a Wise Up, a Conquer Business School, a Vende-C e a Medcof. Além disso, é autor de quatro livros que somam 18 milhões de exemplares vendidos e criador da plataforma Geração de Valor, dedicada a conteúdos sobre negócios e empreendedorismo. Nas redes sociais, acumula 16,2 milhões de seguidores. No mercado de palestras, é reconhecido como o palestrante mais caro do país, cobrando cerca de um milhão de reais por evento.

Sua trajetória nos negócios inclui movimentos que ilustram o timing e a capacidade de leitura de mercado. Em 2013, vendeu a Wise Up para a Abril Educação por aproximadamente 850 milhões de reais. Dois anos depois, em 2015, recomprou a rede por cerca de 400 milhões — uma operação que sinalizava confiança na marca e na demanda por educação em idiomas. No mesmo período, adquiriu o Orlando City e direitos na Major League Soccer por aproximadamente 100 milhões de dólares. Manteve a propriedade da franquia de futebol até 2021, quando a negociou por 400 milhões de dólares.

Em 2024, lançou a Mentoring League Society, uma rede de educação empresarial focada em networking e desenvolvimento de lideranças. A ideia nasceu de uma observação simples: empresários sentem falta de espaços para encontrar colegas com afinidades em seus ramos. Um médico que deseja trocar experiências sobre gestão de consultório, um advogado que quer aprimorar a captação de clientes — esses encontros, segundo Augusto, faltam no mercado. A iniciativa reflete sua experiência acumulada em criar comunidades, mentorear empresas em setores diversos e participar de uma liga profissional de futebol.

Em maio deste ano, pouco antes do início da Copa do Mundo, a Confederação Brasileira de Futebol o anunciou como embaixador da seleção para pequenas e médias empresas. Ao falar sobre sua motivação para a coluna no C-Level, Augusto reafirmou uma convicção que permeia sua carreira: "Compartilhar conhecimento é abrir caminhos para que mais pessoas possam gerar renda e transformar sua realidade. Acredito na educação como motor de mobilidade social e é com o propósito de contribuir que abraço este espaço, com muita honra e responsabilidade".

O empresário, apontado como um dos mais jovens bilionários brasileiros, fez uma declaração significativa sobre seus próximos passos. Afirmou que a Mentoring League Society é seu último empreendimento na vida empresarial. Depois disso, planeja dedicar-se integralmente a projetos sociais. "Agora eu digo que tenho 24 horas de trabalho por dia e 24 horas de férias. Não trabalho porque preciso pagar conta. Para mim, é uma grande diversão. Então, estou de férias, mas, ao mesmo tempo, eu me sinto muito construtivo, empenhado e muito envolvido nas coisas", completou em entrevista. A coluna no C-Level marca, portanto, não apenas uma nova plataforma para suas ideias, mas também um ponto de transição em sua trajetória profissional.

Compartilhar conhecimento é abrir caminhos para que mais pessoas possam gerar renda e transformar sua realidade. Acredito na educação como motor de mobilidade social.
— Flávio Augusto da Silva
Agora eu digo que tenho 24 horas de trabalho por dia e 24 horas de férias. Não trabalho porque preciso pagar conta. Para mim, é uma grande diversão.
— Flávio Augusto da Silva
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