Em setembro de 2026, a Finlândia escolheu abrigar-se sob o escudo nuclear francês, integrando-se à Iniciativa de Dissuasão Nuclear Avançada de Paris. A decisão, tomada por um país que partilha mais de 1.300 quilômetros de fronteira com a Rússia, não é apenas um gesto de defesa — é uma declaração sobre a fragilidade das certezas que sustentaram a segurança europeia por décadas. Helsinki sinaliza, com esse passo, que a Europa começa a confiar mais em si mesma do que nas promessas vindas do outro lado do Atlântico.