Em um momento em que suas ações perderam metade do valor e concorrentes avançam sobre seu território, a Nike convida Alexandre Arnault — herdeiro da maior dinastia do luxo mundial — para seu conselho de administração. O gesto revela uma empresa em busca não apenas de estratégia, mas de sentido: como uma marca que definiu o esporte por décadas pode se reinventar sem perder a alma? A resposta, por ora, ainda está sendo escrita.