Filho confessa morte brutal de professora em Juruti após ser confrontado com provas

Professora morta com 12 golpes de faca no peito; filho confessou o crime e foi preso, gerando comoção e pedidos de justiça na comunidade local.
Retornou ao local e tentou reanimá-la, mesmo sabendo que estava morta
O filho removeu a faca que havia cravado no peito da mãe quando chegou ao local onde o corpo havia sido encontrado.

Em Juruti, no Pará, uma professora chamada Lana Guimarães foi morta pelo próprio filho com doze golpes de faca após recusar-lhe ajuda financeira para saldar dívidas com agiotas. O crime, cometido no quintal da própria casa da vítima, revela uma das fraturas mais dolorosas da condição humana: a violência que nasce dentro do vínculo que deveria ser o mais sagrado. Confrontado com câmeras e testemunhos, o filho confessou diante das irmãs e foi preso no instante em que encerrava seu depoimento.

  • Uma professora foi assassinada com doze facadas no quintal de sua própria casa após dizer não ao filho que pedia dinheiro para pagar agiotas.
  • O suspeito retornou ao local do crime fingindo desconhecimento, chegando a remover a faca do corpo da mãe diante de vizinhos e policiais.
  • Câmeras de segurança e testemunhas o colocaram na cena antes e depois do ataque, tornando sua negação insustentável.
  • Pediu a presença das irmãs e confessou o crime; foi preso no momento em que concluía o depoimento formal.
  • A brutalidade do caso gerou revolta em Juruti, com populares lotando a delegacia pedindo justiça e forçando a transferência do suspeito para Santarém.

Na manhã em que familiares encontraram o corpo de Lana Guimarães no quintal de sua casa em Juruti, o filho já estava a caminho, fingindo não saber de nada. A professora havia sido golpeada doze vezes com uma faca que ainda permanecia cravada em seu peito. Ao chegar ao local — já tomado por vizinhos e policiais —, o homem removeu a faca e tentou reanimar a mãe, sendo advertido por todos que não podia interferir na cena do crime.

O filho não morava com Lana. Naquele dia, havia ido até a casa dela com um pedido: dinheiro para quitar dívidas com agiotas. Ela recusou — já havia pago dívidas dele antes e não estava disposta a repetir. A negativa o perturbou. Ele saiu, mas voltou pelo quintal e a atacou.

As câmeras de segurança registraram sua presença nas proximidades antes e depois do ataque. Testemunhas confirmaram o que as imagens mostravam. Inicialmente negou qualquer envolvimento, mas ao ser confrontado com as provas, pediu que as irmãs estivessem presentes e confessou. Foi preso no momento em que encerrava seu depoimento formal, com a ordem de prisão temporária já assinada pela justiça.

A comunidade reagiu com revolta. A brutalidade do crime chocou Juruti e a região, e populares lotaram a frente da delegacia exigindo justiça. Diante da comoção, a polícia solicitou a transferência do suspeito para o presídio de Santarém, onde permanece sob custódia enquanto o processo segue seu curso.

Na manhã em que o corpo foi encontrado no quintal, ninguém imaginava que o filho da vítima já estava a caminho de casa, fingindo ignorância. A professora Lana Guimarães havia sido atacada doze vezes com uma faca que permanecia cravada em seu peito quando familiares a descobriram. O homem que a matou, quando soube da morte pela ligação de parentes, retornou ao local — agora repleto de vizinhos e policiais — e, mesmo sabendo que ela estava morta, removeu a faca de seu próprio crime e tentou reanimá-la. Populares e agentes o advertiram que não podia mexer na cena.

Segundo a Polícia Civil, o filho não vivia com a mãe. Ele havia procurado a casa dela naquele dia com um pedido específico: ajuda financeira para quitar dívidas que havia contraído com agiotas. Lana recusou. Ela já havia pago dívidas dele antes e não estava disposta a fazer novamente. A recusa o transtornou. Ele saiu da residência, mas no quintal mudou de ideia. Voltou e a atacou com a faca.

Depois de cometer o crime, o homem foi para casa. Quando recebeu a ligação informando que a mãe havia sido encontrada morta, retornou ao local. Naquele momento, a polícia já havia iniciado seu trabalho. Testemunhas relataram tê-lo visto nas proximidades antes e depois do ataque. As câmeras de segurança confirmaram sua presença. Ele era o principal suspeito.

Inicialmente negou tudo. Mas quando confrontado com as imagens das câmeras e os relatos de quem o havia visto, sua resistência desabou. Pediu que as irmãs estivessem presentes e confessou ter matado a mãe. Depois formalizou o depoimento. A Polícia Civil já tinha em mãos a ordem de prisão temporária, assinada pela justiça. Ele foi preso no momento em que finalizava seu depoimento.

O caso provocou revolta profunda em Juruti e na região. A brutalidade do crime — doze golpes, a faca deixada no peito — chocou a comunidade. Populares lotaram a frente da delegacia pedindo justiça. Devido à comoção e à repercussão, a polícia solicitou que o suspeito fosse transferido para a unidade prisional de Santarém, onde permaneceria sob custódia enquanto o processo avançava.

Após ser confrontado por imagens e relatos de testemunhas, ele decidiu confessar o crime
— Polícia Civil
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
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Por que ele voltou ao local do crime sabendo que a mãe estava morta?

Model

A polícia não especificou suas motivações naquele momento. Mas o fato de tentar reanimá-la — de remover a faca e tentar trazê-la de volta — sugere algo além de simples fuga. Talvez pânico, talvez negação do que havia feito.

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Como a polícia o identificou tão rapidamente?

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Não foi rápido no sentido de horas. Testemunhas o viram perto da casa antes e depois. As câmeras de segurança confirmaram. Quando a polícia começou a investigar, ele era óbvio. Mas ele ainda negou no começo.

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O que o fez confessar?

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As provas. As imagens, os testemunhos. Quando a polícia o confrontou com tudo isso, ele não tinha para onde ir. E pediu que as irmãs estivessem lá quando confessasse. Talvez precisasse delas como testemunhas de sua própria admissão.

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A dívida com agiotas era tão grave assim?

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Grave o suficiente para ele procurar a mãe pedindo dinheiro. Grave o suficiente para ele ficar transtornado quando ela disse não. Mas a polícia não detalhou quanto era ou há quanto tempo ele devia.

Inventor

E agora?

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Ele está em Santarém, em prisão temporária. A comunidade quer justiça. O caso vai para o sistema judicial. Mas a professora continua morta, e as filhas perderam a mãe e o irmão no mesmo dia.

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