No 7 de Setembro de 2026, a avenida Paulista voltou a ser palco de uma disputa que vai além das ruas: Flávio Bolsonaro convocou apoiadores em nome de uma oposição que se alimenta de símbolos, ressentimentos e heranças políticas. Ao lado do candidato, sua esposa Fernanda trajava uma jaqueta da Zara de R$ 999 — detalhe que, em tempos de escrutínio sobre autenticidade e pertencimento, raramente passa despercebido. A cena condensa uma tensão recorrente na política brasileira: a distância entre a linguagem do povo e os gestos de quem aspira representá-lo.