Pela primeira vez em mais de três anos, o Federal Reserve elevou sua taxa de juros para a faixa de 3,75% a 4% ao ano, sinalizando que o banco central americano escolheu a disciplina sobre a inflação em detrimento do estímulo ao crescimento. O gatilho imediato foi a escalada dos preços do petróleo, alimentada por tensões geopolíticas no Oriente Médio — um lembrete de que a economia global permanece vulnerável a choques externos que atravessam fronteiras e redefinem prioridades monetárias. A decisão ressoa além dos Estados Unidos, tocando mercados emergentes como o Brasil e recolocando em cena a