Pela primeira vez em mais de três anos, o Federal Reserve voltou a apertar as condições monetárias dos Estados Unidos, elevando sua taxa de referência em 25 pontos-base para a faixa de 3,75% a 4,00% ao ano. A decisão unânime do FOMC, anunciada em setembro de 2026, reflete a tensão permanente entre uma economia em expansão robusta e uma inflação que ainda resiste em retornar à meta de 2%. É o sinal de que o banco central americano entende ter chegado o momento de agir — e que o faz com convicção coletiva.