Um vírus antigo chegou silenciosamente ao Brasil, confirmado em dois estados distantes entre si, provocando atenção sem, por ora, justificar alarme. A Febre do Nilo Ocidental, transmitida por mosquitos que picam aves silvestres, encontra nos humanos um beco sem saída biológico: o ciclo de contágio se encerra ali, impedindo a propagação em massa. Uma morte foi registrada, e casos graves podem deixar marcas neurológicas profundas, mas especialistas lembram que dengue, zika e chikungunya seguem sendo as tempestades mais próximas. O que os próximos meses revelarão é se esses casos são sinais isola
Febre do Nilo Ocidental: risco de epidemia é baixo, mas vigilância deve aumentar
Uma morte pela doença foi registrada; maioria dos infectados evolui para cura, mas casos graves podem resultar em paralisia flácida aguda e complicações neurológicas.