Uma doença que permanecia nas margens da vigilância sanitária brasileira voltou a se manifestar em 2026: a febre do Nilo Ocidental confirmou quatro casos nos estados de São Paulo e Santa Catarina, levando à morte uma idosa de 77 anos. Transmitida por mosquitos do gênero Culex a partir de aves silvestres, a doença pode evoluir para complicações neurológicas graves em casos raros, mas segue sem vacina ou antiviral específico. O episódio convida o país a reconhecer uma ameaça que, sem ser motivo de pânico, deixou de ser invisível.
Febre do Nilo Ocidental: Brasil registra casos raros e morte; especialista orienta prevenção
Uma idosa de 77 anos faleceu após infecção por febre do Nilo Ocidental em Santa Catarina em 2026.