Uma doença silenciosa que circula entre aves e mosquitos há décadas encontrou, pela primeira vez no Brasil, um rosto humano definitivo: uma idosa de 77 anos em Santa Catarina que não sobreviveu. A Febre do Nilo Ocidental, transmitida pelo onipresente pernilongo Culex, avança discretamente por novos estados — São Paulo e possivelmente o Piauí — lembrando que a natureza não respeita fronteiras epidemiológicas. Sem vacina e sem antiviral, a humanidade se vê, mais uma vez, diante de uma ameaça que só pode ser contida pela vigilância coletiva e pelo cuidado com o ambiente imediato.
Febre do Nilo Ocidental avança no Brasil com morte em SC e casos em SP
Uma idosa de 77 anos faleceu por Febre do Nilo Ocidental em Santa Catarina; adolescente permanece internada em São Paulo.