No teatro silencioso do mercado de transferências, o FC Porto estendeu a mão com mais de trinta milhões de euros na direção de Javi Guerra, médio espanhol que o Valência guarda com uma cláusula de sessenta milhões. A resposta chegou de dois lados ao mesmo tempo — do clube, que fechou a porta a qualquer negociação abaixo do valor estipulado, e do próprio jogador, que recusou sequer abri-la. Guerra, que já disse não ao Como, ao Nápoles e ao Newcastle, parece ter encontrado no Valência não apenas um contrato, mas uma convicção.