Nas democracias, as instituições raramente se reformam por vontade própria — e o Supremo Tribunal Federal brasileiro parece confirmar essa máxima. Com as eleições parlamentares de 2026 no horizonte, cresce a especulação de que um Senado renovado possa reunir os 54 votos necessários para destituir ministros do STF, abrindo um capítulo inédito na relação entre os poderes. Os nomes de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes circulam como possíveis alvos, enquanto o próprio tribunal exibe, em suas trocas internas e em seus ornamentos, os sinais de uma instituição que perdeu a sobriedade que deveria ost