Nos dias que antecederam o Rock in Rio 2026, a loja do Stray Kids na Barra, em São Paulo, tornou-se um ponto de encontro e devoção para fãs do grupo sul-coreano. O fenômeno vai além do consumo: revela como o k-pop construiu, no Brasil, comunidades capazes de transformar um espaço comercial em ritual coletivo. A presença do Stray Kids e do Nexz no lineup do festival sinaliza que a música coreana deixou de ser nicho para ocupar o centro da cultura pop brasileira.